ITBI em discussão no STF pode mudar estratégia de criação de holding

A discussão sobre o custo tributário na constituição de holdings patrimoniais pode ganhar um novo rumo nos próximos dias. O Supremo Tribunal Federal pautou o julgamento do Tema 1348, que trata da incidência do ITBI na transferência de imóveis para integralização de capital social, tema que impacta diretamente estruturas de planejamento patrimonial e sucessório bastante utilizadas no meio empresarial. As holdings vêm sendo cada vez mais adotadas por empresários justamente por facilitarem a gestão de bens, organizarem a sucessão e reduzirem potenciais conflitos familiares. No entanto, o custo tributário envolvido na transferência de imóveis para essas estruturas sempre foi um ponto

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Inventário pode ficar até 20% mais caro: por que a holding se torna a solução para evitar custos e conflitos

O falecimento de um familiar já é, por si só, um momento delicado. Quando esse cenário vem acompanhado de inventário, disputas entre herdeiros e custos elevados, o desgaste emocional costuma ser ainda maior. Com as mudanças trazidas pela Reforma Tributária, esse impacto tende a aumentar: estimativas indicam que o inventário pode se tornar até 20% mais caro, especialmente em razão do endurecimento das regras do ITCMD e da redução de benefícios que antes amenizavam a carga tributária na sucessão patrimonial. O inventário tradicional, além de oneroso, é um procedimento que frequentemente se arrasta por anos. Custas judiciais, honorários, avaliação de bens,

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Ganho de capital na venda de imóveis: como a holding patrimonial pode reduzir impactos tributários

A tributação sobre o ganho de capital na venda de imóveis sempre foi um ponto sensível para pessoas físicas e grupos familiares com patrimônio relevante. Com as recentes mudanças legislativas e a tendência de aumento da carga tributária sobre operações imobiliárias, esse tema ganha ainda mais relevância. A venda direta de imóveis por pessoas físicas pode resultar em uma incidência expressiva de Imposto de Renda, reduzindo significativamente o resultado líquido da operação e comprometendo estratégias patrimoniais de longo prazo. A Reforma Tributária, consolidada pela Lei Complementar nº 214/2025, alterou de maneira profunda a lógica de tributação das operações imobiliárias realizadas por

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Como a Reforma Tributária afeta doações e sucessão patrimonial — e o papel da holding na redução de custos

A Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional trouxe mudanças profundas ao sistema fiscal brasileiro e, embora o debate público costume se concentrar nos tributos sobre o consumo, seus reflexos sobre o planejamento patrimonial e sucessório merecem atenção redobrada. Doações, heranças e reorganizações familiares passam a exigir uma análise ainda mais cuidadosa, especialmente diante da tendência de aumento da carga tributária e da revisão de benefícios que, até então, vinham sendo utilizados de forma recorrente. No contexto da sucessão patrimonial, o ITCMD ganha protagonismo. A reforma reforça a competência dos estados para instituir alíquotas progressivas e estimula a elevação da tributação sobre

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Imóveis no CPF x Imóveis na Holding: como a tributação vai mudar a partir de 2026

A chegada da Reforma Tributária promete alterar de forma profunda a relação do brasileiro com o patrimônio imobiliário. E, diante desse novo cenário, uma dúvida tem se tornado cada vez mais frequente: manter imóveis no CPF ainda vale a pena ou chegou a hora de migrar para uma estrutura de holding? A resposta depende de planejamento — mas, para a maioria das famílias, a tendência é clara: a partir de 2026, deixar bens imóveis na pessoa física ficará mais caro, mais burocrático e juridicamente menos seguro. As mudanças previstas pela reforma tratam diretamente da tributação sobre a renda e sobre a

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