Inventário pode ficar até 20% mais caro: por que a holding se torna a solução para evitar custos e conflitos
O falecimento de um familiar já é, por si só, um momento delicado. Quando esse cenário vem acompanhado de inventário, disputas entre herdeiros e custos elevados, o desgaste emocional costuma ser ainda maior. Com as mudanças trazidas pela Reforma Tributária, esse impacto tende a aumentar: estimativas indicam que o inventário pode se tornar até 20% mais caro, especialmente em razão do endurecimento das regras do ITCMD e da redução de benefícios que antes amenizavam a carga tributária na sucessão patrimonial. O inventário tradicional, além de oneroso, é um procedimento que frequentemente se arrasta por anos. Custas judiciais, honorários, avaliação de bens,
Ganho de capital na venda de imóveis: como a holding patrimonial pode reduzir impactos tributários
A tributação sobre o ganho de capital na venda de imóveis sempre foi um ponto sensível para pessoas físicas e grupos familiares com patrimônio relevante. Com as recentes mudanças legislativas e a tendência de aumento da carga tributária sobre operações imobiliárias, esse tema ganha ainda mais relevância. A venda direta de imóveis por pessoas físicas pode resultar em uma incidência expressiva de Imposto de Renda, reduzindo significativamente o resultado líquido da operação e comprometendo estratégias patrimoniais de longo prazo. A Reforma Tributária, consolidada pela Lei Complementar nº 214/2025, alterou de maneira profunda a lógica de tributação das operações imobiliárias realizadas por
Como a Reforma Tributária afeta doações e sucessão patrimonial — e o papel da holding na redução de custos
A Reforma Tributária aprovada pelo Congresso Nacional trouxe mudanças profundas ao sistema fiscal brasileiro e, embora o debate público costume se concentrar nos tributos sobre o consumo, seus reflexos sobre o planejamento patrimonial e sucessório merecem atenção redobrada. Doações, heranças e reorganizações familiares passam a exigir uma análise ainda mais cuidadosa, especialmente diante da tendência de aumento da carga tributária e da revisão de benefícios que, até então, vinham sendo utilizados de forma recorrente. No contexto da sucessão patrimonial, o ITCMD ganha protagonismo. A reforma reforça a competência dos estados para instituir alíquotas progressivas e estimula a elevação da tributação sobre
Imóveis no CPF x Imóveis na Holding: como a tributação vai mudar a partir de 2026
A chegada da Reforma Tributária promete alterar de forma profunda a relação do brasileiro com o patrimônio imobiliário. E, diante desse novo cenário, uma dúvida tem se tornado cada vez mais frequente: manter imóveis no CPF ainda vale a pena ou chegou a hora de migrar para uma estrutura de holding? A resposta depende de planejamento — mas, para a maioria das famílias, a tendência é clara: a partir de 2026, deixar bens imóveis na pessoa física ficará mais caro, mais burocrático e juridicamente menos seguro. As mudanças previstas pela reforma tratam diretamente da tributação sobre a renda e sobre a
Holding Familiar após a Reforma Tributária: por que a estrutura permanece vantajosa e quem deve agir agora
A Reforma Tributária trouxe mudanças profundas ao sistema fiscal brasileiro, especialmente no que diz respeito à tributação sobre consumo, à reorganização do ICMS e ISS e à criação do novo IVA Dual (CBS + IBS). Diante desse cenário, muitos empresários e famílias têm questionado se a holding familiar continua sendo uma ferramenta segura e eficiente para planejamento patrimonial e sucessório. A resposta, em linhas gerais, é sim — a estrutura permanece estratégica, desde que corretamente planejada e atualizada conforme as novas regras. Mesmo com ajustes na tributação, a holding segue oferecendo proteção patrimonial, maior organização da gestão de bens, redução de